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“SOLUÇÕES DA AGENDA 2030 PARA MUNICÍPIOS: Água e Saneamento; Cidades Sustentáveis; Mudanças Climáticas; Vida Aquática; Vida Terrestre"

Dados do Evento

Nome“SOLUÇÕES DA AGENDA 2030 PARA MUNICÍPIOS: Água e Saneamento; Cidades Sustentáveis; Mudanças Climáticas; Vida Aquática; Vida Terrestre"
ApresentaçãoPartindo da metodologia da Hélice tripla (integração Universidade-Poder Público-Empresa), que prevê como Quarta Hélice as demandas sociais, propõe-se um ciclo de cinco debates sobre soluções da Agenda 2030 para os municípios e soluções em C&T. A Agenda 2030 é um conjunto de proposta para o desenvolvimento propostas pela ONU, às quais o Brasil aderiu em 2016, oferecendo um parâmetro institucionalmente neutro para orientar as demandas sociais. O fortalecimento do ambiente de inovação local em muito depende da conexão entre Universidade-Poder Público-Empresa com demandas sociais relevantes, estimulando assim a busca do conhecimento para propor soluções concretas que tanto resolva problemas de ordem pública quanto aponte alternativas de negócios inovadores para novos empreendedores. Por este motivo, sugere-se como guia para prospecção de problemas relevantes as dezessete áreas apontadas pela Agenda 2030, atraindo pesquisadores, empresários e lideranças civis locais. Os objetivos do ciclo de debates “SOLUÇÕES DA AGENDA 2030 PARA OS MUNICÍPIOS”:• Apresentar para a comunidade questões apontadas em cada um dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS’s) da Agenda 2030 como fundamentais para um desenvolvimento amplo e multicritério. • Levantar como estes 17 ODS’s refletem questões locais junto à comunidade (científica, empresarial e civil), simultaneamente servindo como instrumento de prospecção como de envolvimento entre as “Quatro Hélices”).• Sistematizar um conjunto de pautas relevantes para a retomada do Centro Regional de Inovação, iniciado em 2016 e com atividades suspensas com a pandemia, de modo a fortalecer a legitimidade pública da iniciativa de seis anos atrás. Os 17 ODS’S foram agrupados em cinco grupo, correspondentes aos 5 Eixos Temáticos também propostos pela Agenda 2030. Estes 5 Eixos são transversais, de modo que por fins didáticos inspirou-se no agrupamento desenvolvido pela ONG paranaense Instituto Aurora, que já fez parcerias com a PUC-PR, DPascoal, MP-PR, Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro e IFPR, entre outros. Abaixo seguem os eixos com os ODS’s agrupados em cada um: 1. Pessoas (maio): 1) Erradicar Pobreza;2) Acabar com a Fome; 3) Vida Saudável; 4) Educação de Qualidade 2. Planeta (junho): 6) Água e Saneamento; 11) Cidades Sustentáveis; 13) Mudanças Climáticas; 14) Vida Aquática; 15) Vida Terrestre 3. Prosperidade (julho): 7) Energias Renováveis; 8) Trabalho e Crescimento; 9) Inovação; 12) Produção e Consumo Sustentáveis 4. Paz (agosto): 5) Igualdade de Gênero; 10) Redução das Desigualdades; 16) Paz e Justiça 5. Parcerias (setembro): 17) Parcerias para o Desenvolvimento Para cada um dos ODS’s será convidado um palestrante, que fará uma apresentação de 15 a 20 minutos. O objetivo é compor mesas plurais, sempre com representantes do meio científico e lideranças da sociedade. Estes últimos, usar como critério de isonomia não ocupar nenhum cargo eletivo nem função específica em comissão executiva de nenhum partido político. Seguem as especificações do curso de extensão: • Linha Pedagógica: Construtivista (Jean Piaget, Lev Vigotsky e Philipe Perrenoud) • Carga Horária: 15 horas, divididas em 5 sessões de 3 horas, além de atividades externas • Referencial Teórico: Quarta Hélice da Inovação, Abordagem do Desenvolvimento das Capacitações e Institutional Analysis and Development • Tecnologias Usadas: transmissão via internet (a ser disponibilizada pelo IFSP) e divulgação das atividades de avaliação em meios digitais • Instrumentos Metodológicos: palestras expositivas, debate, projetos de ação na comunidade como avaliação (por isso, além dos inscritos será permitida a presença de participantes que se interessem apenas por um dos eixos temáticos) • Atividades/Etapas: 5 sessões acompanhadas de conteúdos elaborados por grupos de participantes • Multidisciplinaridade: além do projeto ser em si interdisciplinar, cada grupo de alunos formados em cada sessão terão que estruturar planos de ação sobre cada ODS tratado AVALIAÇÃO PELO PÚBLICO Mediante questionário a ser elaborado e disponibilizado na plataforma Google Forms AVALIAÇÃO PELA EQUIPE Será feita uma sessão de grupo focal após cada uma das 5 sessões (presencial ou videoconferência) FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA A orientação teórica para este ciclo de palestras incide do conceito de Quarta Hélice da Inovação (Leydesdorff, 2012; Arnkil et all, 2012), que trata de como as demandas da sociedade civil podem ser orientadas para serem inseridas no sistema da Hélice Tripla, abordagem tradicional na gestão de sistemas de inovação. Esta metodologia foi desenvolvida por Leydesdorff e Etzkowitz (Leydesdorf e Etzkowitz, 2000; Dagnino, 2003; Leydesdorff 2012) no início dos anos 2000 e tornou-se a principal referência no assunto em poucos anos, e é pautada na Economia da Inovação neoschumpeteriana, na sociologia dos sistemas sociais e na análise de redes. Para pensar a inovação como indutora de desenvolvimento econômico e social, além do esquema proporcionado pela Agenda 2030, o projeto foi inspirado tanto na abordagem das capacitações de Amartya Sen (2000) quanto na Institutional Analysis and Development (IAD) de Elinor Ostrom (Ostrom, 2005), uma das principais metodologias de análise de governança, inclusive da governança do desenvolvimento e difusão da inovação (Allen e Potts, 2016; Gatzweiler, 2016). REFERÊNCIAS: ALLEN, D; POTTS, J. (2016). How innovation commons contribute to discovering andDeveloping new Technologies. International Journal of the Commons Vol. 10, no 2 2016, pp. 1035–1054 ARNKIL,R; JÄRVENSIVU, A; KOSKI, P; PIIRAINEN, T. (2010). Exploring Quadruple Helix Outlining user-oriented innovation models. Työraportteja 85/2010 Working Papers DAGNINO, R (2003). A relação Universidade-Empresa no Brasil e o “Argumento da Hélice Tripla”. Revista Brasileira de Inovação, vol 2, n 2, julho/dezembro,(2003) ETZKOWITZ, H e LEYDESDORFF, L (2000). The dynamics of innovation: from National Systems and ‘‘Mode 2’’ to a Triple Helix of university–industry–government relations. Research Policy 29 Ž2000. 109–123 GATZWEILER, F.W. (2016). Institutional and Technological Innovations in Polycentric Systems: Pathways for Escaping Marginality. In: Gatzweiler F., von Braun J. (eds) Technological and Institutional Innovations for Marginalized Smallholders in Agricultural Development. Springer LEYDESDORFF, L (2012). The Triple Helix, Quadruple Helix, …, and an N-Tuple of Helices: Explanatory Models for Analyzing the Knowledge-Based Economy?. Journal of Knowledge Economy (2012) 3:25–35 OSTROM, E. (2005). Understanding Institutional Diversity. Princeton, NJ: Princeton University Press SEN, Amartya (2000). Desenvolvimento como Liberdade. São Paulo: Companhia das Letras.
LocalIFSP-Campus São João da Boa VistaCarga Horária3
Início das Inscrições08/06/2022Fim das Inscrições06/07/2022
Início do Evento06/07/2022 7 p.m.Fim do Evento06/07/2022 10 p.m.
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